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Paradoxo
BALADA GAY (Quando você acha que já viu de tudo)
Vantagens:
-As poucas "mulheres" que tem, vc conta nos dedos de uma mão;
-Tem muitos homens e uns bem gatos;
-E sim, tem heteros \o/.
Desvantagens:
-Onde fica o banheiro feminino? Não tem, é tudo junto (ahhhh);
-O gato mencionado acima? Sim é gay e normalmente a mãe dele nem sabe;
-As poucas mulheres que tem? Vão te cantar;
Obs: Tem um tal de dark room (tá mais para screen room), NÃO ENTRE LÁ, a não ser que vc não tenha mais nada a perder.E tem o famoso bate-cabelo, que é show...
Descobrindo uma paixão: COZINHAR
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Paradoxo
Peguei uma receita, do tipo prática, na internet e depois de testar, coloco minhas dicas e algumas modificações...
PIZZA DE LIQUIDIFICADOR
PIZZA DE LIQUIDIFICADOR
Ingredientes:
Massa
·
½ cebola média picada;
·
1 tablete de caldo de carne;
·
1 tablete de fermento biológico;
· 2 colheres de sopa de óleo;
·
2 ovos inteiros;
2 xícara de
farinha de trigo (peneirada);
·
1 copo americano de leite (morno).
Modo de Preparo:
Coloque no liquidificador a cebola,
os ovos, o fermento, o óleo e o caldo de carne. Bata depois o leite e a farinha de trigo. Coloque o trigo aos poucos. Coloque a massa em uma forma untada e reserve.
Leve apenas a massa ao forno pré-aquecido (médio). A forma deve ser grande para que a massa fique bem fina, pois a mesma é do tipo panqueca. Após analisar se a massa já cozinhou por completo, tire-a do forno para colocar o recheio (questão de minutos), mas antes vire a massa ao contrário, fazendo com que o fundo fique para cima.
Para recheio salgado, cubra a massa com molho de tomate e presunto. Podendo usar o recheio que desejar...mas aí segue as fotos da minha.. =)
No caso da minha tomei um vinho para acompanhar....
Tempo
de Preparo: 1:00 hr no total.
Rendimento: 8 porções
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Paradoxo
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Paradoxo
Você aí em cima com seus ossos pneumáticos.
Voa, voa aos olhares emblemáticos.
Muitas vezes querendo descer e viver como nos,
e eu desejando subir para ver o mundo como vos.
Juliane G. da Silva
Voa, voa aos olhares emblemáticos.
Muitas vezes querendo descer e viver como nos,
e eu desejando subir para ver o mundo como vos.
Juliane G. da Silva
UMA CURITIBANA NO RJ
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Paradoxo
Final de semana, viagem para o Rio de Janeiro, depois de
mais de 15 anos sem ir para lá, opa, tudo de bom, não é? Massssssssssss tem o
fato de ir até lá. Como a maioria da população desfavorecida, fui e voltei de
ônibus. Para ir, fui com a Itapemirim, atrasou uma hora, pois o mesmo vem de
Porto Alegre até chegar em Curitiba, além do tamanho minúsculo das poltronas, o
que já se tornou padrão, foram mais de 13 horas de viagem.
Cansaço a parte, ao chegar no RJ às 12:00, sofri uma tentativa
de assalto na rodoviária, os táxis que saem da rodoviária não fazem uso do
taxímetro há mais de 10 anos, segundo o motorista, assim o preço sai combinado
já no local. A primeira proposta para Copacabana foi de R$ 51,00, recusei,
obviamente, pois conheço bem a malandragem carioca, segundos depois contestando o taxímetro obtive
outra proposta por R$30,00, o que seria o valor aproximado caso o taxímetro
tivesse ligado, como pude constatar depois. Porém o inevitável aconteceu, fui
assaltada!!!!... Não, não, não foi por uma menino negro que vive na favela e
demais características, foi ao ir almoçar e pagar num prato de comida de 500
gramas, aproximadamente 30,00 reais. Antes eu havia chegado ao hotel, mas o
check-in É às 15:00 e não importava que você passou mais de 13 horas na estrada
utilizando uma prótese nada confortável e precisava dormir, ”nem choro, nem
vela”.
Ok, vamos a la playa..oh, oh, oh...aquele calor típico,
sol...sol? Cadê o sol? A sim... estava chovendo e não estava lá muito quente.
De qualquer forma, fui com amigos tomar um chopp num quiosque, admirar a
feirinha a beira mar e os trabalhos dos “ aspirantes a Tonho Dalua”, ou seja,
as esculturas na areia, lindas por sinal, e o Rio sendo uma cidade totalmente
turística, é bom dar um dinheirinho ao admirar, tirar foto ou qualquer coisa
que você faça perto das tais esculturas.
Queria já há tempos conhecer a famosa noite na Lapa, mas
para ir até lá, mais roubo nos táxis. O taxímetro dava um valor, mas como o
mesmo foi aumentado há pouco tempo, os motoristas andavam com tabelinhas para
fazer o tal acréscimo daqueles que não haviam arrumado o aparelho. Ao chegar à
Lapa, notei pessoas de todos os locais, menos nativos do Rio. Pessoas, carros e
tudo mais invadindo as ruas, bares com arquitetura antiga, tudo muito bonito e
legal, porém um tanto desorganizado, pois as mesas ocupavam as calçadas e se
você, por irônia do destino caísse da cadeira, iria parar com a cabeça na rua e
logo um carro ou moto, passaria por cima, sem exageros. Ao conversar com outras
pessoas soubemos que próximo dali, estavam roubando as bolsas das mulheres
desatentas, uma criança puxava, passava para outra criança maior e no fim a
bolsa já estava “perdida” na mão de um adulto que coordenava tudo a “corrida de
bastões”, enfim pude notar que o RJ realmente já está se preparando para as
olimpíadas de 2016.
No dia seguinte, fui curtir mais um pouco da chuva na orla
de Copacabana e finalmente vi valores justos no comércio informal, guarda-chuva
e camisetas por R$ 10,00, entre outras coisas e se chorar, leva desconto. Foi
neste momento que finalmente me senti acolhida numa capital brasileira, até
então estava me sentindo perdida, pois definitivamente o Rio de Janeiro não é
uma cidade para brasileiros e sim para “guingos”.
Após fazer o check-out, peguei um táxi com a minha singela
mala e notei que como todas as outras vezes estava em bandeira 2, questionei
obviamente e o motorista respondeu: É porque hoje é feriado. Dia do comércio.
Pensei: Que feriado agitado, trânsito de dia normal, movimentos de dia normal,
comércio aberto como dia normal. Será que no dia da árvore, do índio, enfim,
também é bandeira 2?
Ao voltar, agora com a empresa Penha, pagando R$110,00 numa
passagem que era para sair de graça, devido a lei para os deficientes, que
garante 2 lugares por ônibus, masssssssssssssss estes 2 super lugares são
divididos com os idosos, ou seja, os 10 outros que sobraram durantes a viagem,
já com todos os passageiros dentro, não poderiam ser cedidos para o mesmo fim.
Depois das horas de atraso se acumulando ao longo das paradas desorganizadas,
trocamos de ônibus e quanta diferença, pra ruim é claro. De um leito, voltamos
para o convencional (leia-se minúsculas cadeiras convencionais), ao entrar no
ônibus, me senti num banheiro de rodoviária ou após o término do carnaval de
rua....enfim o cheiro era péssimo, logo pensei: Poxa o ônibus está na garagem e
eles não tiveram a capacidade de limpar? Comprovei que não ao ver os
porta-poltronas, aquelas capas que ERA para eles trocarem, uma era branca, a outra
amarela (encardida), a outra tinha pés.... pensei novamente: e os ácaros? A
limpeza do filtro do ar-condicionado? Achei melhor deixar de pensar e apreciar
a vista do Rio Tietê e as invasões próximas que tantas vezes já foram
inspiradores para alguns artistas, do tipo otimista, claro.
Problemas a parte, cheguei a conclusão de que, ao contrário
do que a música diz, o Rio de Janeiro, não continua lindo, está sujo, velho,
precisando DAQUELA organizada. Ok, ainda tem seu encanto, mas este está
precisando ser retocado. Não posso negar que a noite carioca é libertadora, a
cidade exala arte em todos os cantos e consegue a duras penas manter suas
belezas naturais, mesmo que para admirá-las você tenha que pagar pesadas taxas.
Sim, as pessoas são diferentemente simpáticas, você consegue fazer amigos ao
cruzar a rua, mas vale lembrar que são amizades que se perdem ao dobrar a
esquina.
Além de ser uma cidade que não foi moldada para os
brasileiros, notei que muito menos para os deficientes, lá eles (nós) realmente
não tem vez.
Outra conclusão que tive, foi que amo ainda mais minha
cidade, mesmo ela se tornando tão cosmopolita e havendo cada vez menos dos
“antipáticos” curitibanos que tanto amo. Estes, que não tentam o tempo todo
tirar proveito das situações. As pessoas reclamam do clima, das pessoas, do
trânsito de Curitiba e cada vez mais vem morar para cá, sejam elas do RJ, SP,
RS....enfim, sinceramente, para os que não gostam disso ou daquilo, voltem para
suas cidades e não usem a faculdade, o emprego ou qualquer outro vínculo como
desculpa para ficar aqui.
Aos que gostam e dificilmente se vêm longe daqui, fiquem e
ajudem-nos a melhorarmos ainda mais esta cidade, que SIM, CONTINUA LINDA...!!!
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Paradoxo
Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho do poema de Camões:
'Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, dor que desatina sem doer '.
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação : 'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia, tomavas uns antipiréticos, uns quantos analgésicos e Prozac para a depressão. Compravas um computador, consultavas a Internet e descobririas que essas dores que sentias, esses calores que te abrasavam, essas mudanças de humor repentinas, esses desatinos sem nexo, não eram feridas de amor, mas somente falta de sexo !'
A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher.
Nós não mantivemos a melancolia de antigamente...
'Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, dor que desatina sem doer '.
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação : 'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia, tomavas uns antipiréticos, uns quantos analgésicos e Prozac para a depressão. Compravas um computador, consultavas a Internet e descobririas que essas dores que sentias, esses calores que te abrasavam, essas mudanças de humor repentinas, esses desatinos sem nexo, não eram feridas de amor, mas somente falta de sexo !'
A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher.
Nós não mantivemos a melancolia de antigamente...
Marley e Eu
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Paradoxo
São 3 da manhã...acabei de assistir ao filme Marley e Eu, logo após ter terminado o livro eeeeeeeee.....
Sim, o livro sempre terá mais detalhe, logo, maior riqueza que o filme, mas para este filme em especial, devido ao livro, eles conseguiriam algo melhor sem muita dificuldade, apenas colocando os pensamentos, ao longo do filme e não apenas no final, do John Grogan. Tal detalhe faria toda a diferença, faria a conexão na história, que foi menos engraçada do que deveria e obviamente triste, como seria.
A vida do casal foi o principal, deixando a relação com o cachorro em segundo plano.
Enfim, acho que mesmo para pessoas que não passaram pela experiência de ter o pior cão do mundo, se apaixonado por ele e visto o mesmo ir "embora", assim como eu, se emocionam e riem tanto com o livro, como no filme.
Assim como ri alto no ônibus durante a leitura e lágrima correram sobre meu rosto, o mesmo aconteceu hoje de madrugada ao ver o filme...
Recomendo, ainda mais para aqueles que um dia tiveram um cachorro tão maluco quanto Marley.
P.S: Para quem leu o livro e viu que o Marley (o verdadeiro), participou de um filme, quando ainda era vivo, segue o link do seu SUPER ESTRELATO.
Cenas do filme: A Última Jogada
http://www.youtube.com/watch?v=kG6zQypICH8&feature=player_embedded#!
Sim, o livro sempre terá mais detalhe, logo, maior riqueza que o filme, mas para este filme em especial, devido ao livro, eles conseguiriam algo melhor sem muita dificuldade, apenas colocando os pensamentos, ao longo do filme e não apenas no final, do John Grogan. Tal detalhe faria toda a diferença, faria a conexão na história, que foi menos engraçada do que deveria e obviamente triste, como seria.
A vida do casal foi o principal, deixando a relação com o cachorro em segundo plano.
Enfim, acho que mesmo para pessoas que não passaram pela experiência de ter o pior cão do mundo, se apaixonado por ele e visto o mesmo ir "embora", assim como eu, se emocionam e riem tanto com o livro, como no filme.
Assim como ri alto no ônibus durante a leitura e lágrima correram sobre meu rosto, o mesmo aconteceu hoje de madrugada ao ver o filme...
Recomendo, ainda mais para aqueles que um dia tiveram um cachorro tão maluco quanto Marley.
P.S: Para quem leu o livro e viu que o Marley (o verdadeiro), participou de um filme, quando ainda era vivo, segue o link do seu SUPER ESTRELATO.
Cenas do filme: A Última Jogada
http://www.youtube.com/watch?v=kG6zQypICH8&feature=player_embedded#!
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Paradoxo
PÓS CARNAVAL
Passei o carnaval no litoral paranaense (Guaratuba), o qual não é famoso nem pelas praias nem pelas pessoas bonitas, mas sim pelo agito e animação, que pra mim, que não estou nos melhores dias com a beleza, é a melhor opção. Estava rodeadas de amigos e os trios e a segurança, não deixou nada a desejar...SIMPLESMENTE A M E I ...
E pra quem acha que aqui não tem agito, nem trio, vão aí algumas fotos...
Agora é voltar para o batente.....=(
Bjus e até mais
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Paradoxo
“O sofrimento significa que vc tentou.”
“Às vezes, perder o equilíbrio por amor, é parte de uma vida equilibrada.”
“Às vezes, perder o equilíbrio por amor, é parte de uma vida equilibrada.”
O filme é exatamente o que consta no título, não extamente nesta ordem. Dá uma vontade danada de se entregar a um novo amor, vontade de cozinhar, vontade DE SABOREAR A VIDA, seja pela fé, pelo equilíbrio ou através do amor de alguém.
Ninguém melhor do que Julia para fazer este papel, a qual passou exatamente as emoções do personagem, muitas vezes incomodo.
O que deixou a desejar foi o português do Javier, mas pela sua beleza de príncipe da Disney, nós o desculpamos.
EU RECOMENDO!!!
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